Contabilidade

Aplicações Financeiras – Contabilização

As aplicações financeiras constituem-se num leque de investimentos com rentabilidade fixa ou variável, do tipo: Fundos de Investimento Financeiro (FIF), Certificados de Depósitos Bancários (CDB), Letras Hipotecárias, etc

O valor dessas aplicações classifica-se, no balanço, no Ativo Circulante (se o prazo do resgate é de curto prazo) ou no Ativo Não Circulante, subgrupo Realizável a Longo Prazo, caso o prazo de resgate previsto seja superior ao exercício social seguinte.

Os rendimentos, bem como o Imposto de Renda na Fonte, devem ser contabilizados adequadamente, pelo regime de competência, da seguinte forma:

D – Aplicações Financeiras (ativo)

C – Receitas de Aplicações Financeiras (conta de resultado)

e

D – Imposto de Renda na Fonte a Compensar (ativo)

C – Aplicações Financeiras (ativo)

Observe que o imposto de renda retido, caso não for recuperável (como das empresas optantes pelo Simples Nacional), deverá ser contabilizado em conta de resultado, desta forma:

D – Imposto de Renda – Aplicações Financeiras (conta de resultado)

C – Aplicações Financeiras (ativo)

Veja outros detalhamentos e exemplos no tópico Aplicações Financeiras do Guia Contábil online.