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O que são Demonstrações Contábeis?

As Demonstrações Contábeis, também denominadas “Demonstrações Financeiras”, são uma apresentação estruturada da posição patrimonial e financeira em determinada data e das transações realizadas por uma entidade no período findo nessa data.

Um conjunto completo de demonstrações contábeis inclui os seguintes componentes:

1. balanço patrimonial;

2. demonstração do resultado;

3. demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados, podendo ser substituído pela demonstração das mutações do patrimônio líquido;

4. demonstração dos fluxos de caixa;

5. demonstração do valor adicionado, se divulgada pela entidade; e

6. notas explicativas, incluindo a descrição das práticas contábeis.

Manual prático para elaboração da Demonstração dos Fluxos de Caixa – DFC e Demonstração do Valor Adicionado - DVA.De acordo com a Lei 11.638 de 28 de dezembro de 2007 e alterações posteriores.Abrange detalhamentos da elaboração da DFC e DVA, apresentando exemplos e planilhas, além de orientar sobre situações específicas. Clique aqui para mais informações. Elaboração da DFC e DVA

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PNEC – A História do Empresário Contábil Sendo Escrita por Você

(artigo enviado pelo autor em 22.12.2014)

Gilmar Duarte

Informações qualificadas e atualizadas sobre qualquer setor produtivo funcionam como um mapa a indicar os melhores caminhos a trilhar para alcançar plenamente os objetivos. Esta é a missão da Pesquisa Nacional das Empresas Contábeis – PNEC: revelar o universo contábil brasileiro aos profissionais da contabilidade. Ajude-nos a contar esta história.

Todo empresário necessita de informações precisas e confiáveis para gerir o seu negócio. Sabemos que há inúmeras informações para as empresas comerciais e industriais, mas pouquíssimas para as empresas de serviços. Infelizmente, este número é ainda menor para as empresas de contabilidade.

Se você está cansado, desmotivado, conformado com as dificuldades e prefere “trabalhar do jeito que dá” deve parar de ler agora este artigo, pois irá considerá-lo enfadonho. Mas se você faz parte do outro time, daqueles que procuram alternativas para ultrapassar quaisquer obstáculos, independentemente do tamanho ou do perigo, mesmo se for necessário construir o futuro, então continue a leitura. Ao final, se desejar, recomende aos colegas contabilistas.

Qual é o índice aceitável de inadimplência? Qual o lucro líquido médio? A empresa contábil média está constituída por quantos funcionários e qual é a idade deles? Qual é faturamento anual? Quantos clientes possui? Qual é o software mais utilizado? Qual é o salário médio? Quanto representam os gastos fixos? Quantas contrataram o seguro de responsabilidade civil e já precisaram utilizar?

A Pesquisa Nacional das Empresas Contábeis (PNEC) terá estas e muitas outras respostas. Sabemos que as possibilidades permitidas pela informação atualizada e qualificada são sempre benéficas às empresas, inclusive as comparações de desempenho. Conhecer os gargalos da nossa empresa em relação aos colegas permite a busca de auxílio para o aprimoramento e consequente maximização da lucratividade.

Convoco todas as entidades sindicais e associações da classe, as subseções do Conselho Regional de Contabilidade, as universidades e os colegas empresários contábeis a intensificar esforços na divulgação da 2ª edição da PNEC, a fim de atingirmos o objetivo de mil questionários respondidos. O link, que pode ser indicado a todos os empresários contabilistas, é http://goo.gl/WAcOSd.

Os que desejarem publicar o link da pesquisa em seu site poderão solicitar a logomarca pelo e-mail disponível no site gilmarduarte.com.br. Os resultados serão publicados em abril de 2015 e todas as entidades que contribuírem ativamente com a divulgação poderão receber os dados separadamente da sua região.

Ajude-me a escrever a história das empresas contábeis no Brasil.

Muito obrigado.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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Contabilidade e Lucro Empresarial

A contabilidade é uma ferramenta indispensável para a gestão de negócios. De longa data, contadores, administradores e responsáveis pela gestão de empresas se convenceram que amplitude das informações contábeis vai além do simples cálculo de impostos e atendimento de legislações comerciais, previdenciárias e legais.

Além do mais, o custo de manter uma contabilidade completa (livros diário, razão, inventário, conciliações, etc.) não é justificável para atender somente o fisco. Informações relevantes podem estar sendo desperdiçadas, quando a contabilidade é encarada como mera burocracia para atendimento governamental.

Objetivamente, o custo médio de uma contabilidade de empresa de pequeno porte (faturamento até R$ 300.000/mês) é acima de R$ 1.000,00. Numa empresa de médio porte (faturamento entre R$ 300.000 a R$ 1.000.000/mês) este custo pode chegar a R$ 4.000,00 ou mais. Tais empresas precisam aproveitar as informações geradas, pois obviamente este será um fator de competitividade com seus concorrentes: a tomada de decisões com base em fatos reais e dentro de uma técnica comprovadamente eficaz – o uso da contabilidade.

A gestão de entidades é um processo complexo e amplo, que necessita de uma adequada estrutura de informações – e a contabilidade é a principal delas. Poderá ser fonte de lucro, em função de informações relevantes que gera, a partir dos fatos regulares escriturados.

Outra informação útil da contabilidade é quanto à gestão de tributos. Como notório, a carga fiscal brasileira é uma das mais altas do mundo. A contabilidade pode fornecer dados para planejamento tributário, e servir de suporte legal, documental e logístico para sua execução.

Na medição de custos, despesas, fluxo de caixa e outros itens patrimoniais, mediante análise, a contabilidade poderá propiciar dados adequados para medições de desempenho, facilitando decisões e execução de planejamento orçamentário.

De todos lados que examinamos, a contabilidade, utilizada como deve ser, é fonte de lucro, e não de custo. Cabe aos administradores utilizarem-na, valorizando seus dados e aplicando decisões com base na escrituração regular.

Conheça algumas obras relacionadas a este assunto:

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Registro

Encerramento do Balanço – Carta de Responsabilidade da Administração

Deverá ser obtida pelo profissional da Contabilidade, anualmente, a Carta de Responsabilidade da Administração para o encerramento do exercício contábil.

A assinatura das demonstrações contábeis fica vinculada à entrega da Carta de Responsabilidade da Administração.

O profissional deverá comunicar ao CRC de seu domicílio profissional a recusa da entrega da Carta de Responsabilidade da Administração por parte da empresa.

A exigência em contrato para entrega da Carta de Responsabilidade da Administração será obrigatória somente nos contratos de novos clientes, ou quando da renovação dos contratos antigos.

Base: Resolução CFC 1.457/2013, que alterou a Resolução CFC 987/2003.

Veja um modelo de carta de responsabilidade no anexo III da Resolução CFC 1.457/2013.

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Contabilidade

Normas de Escrituração Contábil

A escrituração contábil deve ser executada:

a)        em idioma e em moeda corrente nacionais;

b)        em forma contábil;

c)        em ordem cronológica de dia, mês e ano;

d)       com ausência de espaços em branco, entrelinhas, borrões, rasuras ou emendas; e

e)        com base em documentos de origem externa ou interna ou, na sua falta, em elementos que comprovem ou evidenciem fatos contábeis.

A escrituração em forma contábil deve conter, no mínimo:

a)        data do registro contábil, ou seja, a data em que o fato contábil ocorreu;

b)        conta devedora;

c)        conta credora;

d)       histórico que represente a essência econômica da transação ou o código de histórico padronizado, neste caso baseado em tabela auxiliar inclusa em livro próprio;

e)        valor do registro contábil;

f)         informação que permita identificar, de forma unívoca, todos os registros que integram um mesmo lançamento contábil.

O registro contábil deve conter o número de identificação do lançamento em ordem sequencial relacionado ao respectivo documento de origem externa ou interna ou, na sua falta, em elementos que comprovem ou evidenciem fatos contábeis.

Admite-se o uso de códigos e/ou abreviaturas, nos históricos dos lançamentos, desde que permanentes e uniformes, devendo constar o significado dos códigos e/ou abreviaturas no Livro Diário ou em registro especial revestido das formalidades legais.

Lembrando que a escrituração contábil e a emissão de relatórios, peças, análises, demonstrativos e demonstrações contábeis são de atribuição e de responsabilidade exclusivas do profissional da contabilidade legalmente habilitado.

Base: ITG 2000 (R1) – CFC

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Artigos

Contadores bem Preparados, Bem-vindos! O Mercado Precisa de Vocês

Gilmar Duarte da Silva

(artigo enviado pelo autor por e-mail em 15.12.2014)

De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, anualmente cerca de 15 mil novos contadores são graduados no Brasil. Mais importante, porém, é que este grande contingente receba formação competente para fazer diferença no mercado de trabalho e contribuir com a valorização da classe.

Nesta semana refleti sobre a vida, especialmente a profissional, ao participar de importante capítulo da vida de dois jovens. Foi em Joinville, uma das mais belas de Santa Catarina que a Angélica, minha filha, e o José, apresentaram o trabalho de conclusão de curso (TCC) sobre “A Precificação Justa dos Serviços Contábeis”, tema ao qual mais tenho dedicado esforços nos últimos anos.

Como foi prazeroso acompanhá-los durante meses de preparação do trabalho de conclusão. Pesquisas, dúvidas, desânimo e busca pela motivação para atingir os objetivos traçados. Tudo isto faz parte das mais diversas atividades da nossa jornada terrestre. É natural vivermos momentos de desmotivação, mas é necessário e vital encontrar motivos para continuar a missão, pois o gostoso na vida é vencer obstáculos. Quando estes são grandes, maior alegria é superá-los.

Os dois jovens se posicionaram à frente. Eu e os demais familiares, sentados nas primeiras carteiras e também nervosos, torcíamos pelo sucesso da dupla. De repente entraram os professores e componentes da banca. Então começou a apresentação. A cada minuto a ansiedade dava lugar à felicidade de constatar que eles compreenderam a metodologia da precificação com base no tempo e conseguiram transmiti-la com clareza e entusiasmo.

O tema precificação dos serviços contábeis já foi apresentado em trabalhos de conclusão de curso por muitos alunos Brasil afora. Alguns me enviam mensagens solicitando auxílio, o que me deixa muito realizado, pois vejo que os jovens estão sendo despertados para o que vai ser primordial em suas vidas: saber precificar. Mas esta foi a primeira vez que fui convidado para assistir a uma apresentação e fiquei lisonjeado.

O mercado necessita de contadores, concorrentes, empresários contábeis que valorizem seus princípios ao oferecer serviços de qualidade e por isso concorda pagar honorários justos.

Parabéns à Angelica, ao José e a todos aqueles que neste final de ano estão concluindo o curso de graduação em Ciências Contábeis. Saibam que o ano de 2014 ficará registrado em suas vidas, pois agora vocês são verdadeiramente contadores. Sejam todos muito bem-vindos!

Gilmar Duarte da Silva é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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A Contabilidade das Cooperativas é Especial?

As Sociedades Cooperativas estão reguladas pela Lei 5.764, de 16 de dezembro de 1971, que definiu a Política Nacional de Cooperativismo e instituiu o regime jurídico das Cooperativas.

Cooperativa é uma associação de pessoas com interesses comuns, economicamente organizada de forma democrática, isto é, contando com a participação livre de todos e respeitando direitos e deveres de cada um de seus cooperados, aos quais presta serviços, sem fins lucrativos.

A escrituração contábil é obrigatória, para qualquer tipo de cooperativa. Portanto, mesmo uma pequena cooperativa (por exemplo, uma cooperativa de artesanato), deve escriturar seu movimento econômico e financeiro. Este esclarecimento é necessário, pois a lei não dispensa para as cooperativas qualquer isenção de escrita contábil. Especificamente, o artigo 22 da Lei Cooperativista, no seu inciso VI, determina que a sociedade cooperativa deverá possuir os livros fiscais e contábeis, obrigatórios.

Os resultados das operações das cooperativas com não associados serão levados à conta do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social e serão contabilizados em separado, de modo a permitir cálculo para incidência de tributos.

As cooperativas de crédito e de secções de crédito de cooperativas mistas, em virtude de serem consideradas instituições financeiras, tem normas contábeis específicas ditadas pelo Banco Central do Brasil.

Além dos livros para controle e escrituração contábil e fiscal exigidos pela legislação, a cooperativa deverá ter os seguintes livros:

  • de Matrícula;
  • de Presença de associados às Assembleias Gerais;
  • de Atas das Assembleias Gerais;
  • de Atas do Conselho de Administração;
  • de Atas do Conselho Fiscal.

Os resultados apurados pelas cooperativas são denomi­nados “sobras líquidas”.

Os resultados positivos, apurados por setor de ativi­dade, serão distribuídos da seguinte forma:

1 – Fundo de Reserva, destinado a reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas atividades, constituído com 10% pelo menos das sobras líquidas do exercício;

2 – Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social, destinado à prestação de assistência aos associados, seus familiares e, quando previsto nos estatutos, aos empregados da cooperativa, constituído de 5% pelo menos das sobras líquidas apuradas no exercício.

Além dos fundos mencionados, a assembleia geral poderá criar outros fundos, inclusive rotativos, com re­cursos destinados a fins específicos fixando o modo de formação, aplicação e liquidação nos estatutos.

Os resultados negativos serão rateados entre os associados na proporção das operações de cada um realizadas com a cooperativa, se o Fundo de Reserva não for suficiente para cobri-los.

Para maiores aprofundamentos do tema “contabilidade nas cooperativas”, recomendamos a obra:

Atualizado de acordo com as Novas Normas Contábeis - Resolução CFC 920. Contém Modelo de Estatuto e Atas. Tributação, Contabilização, Aspectos Societários e Fiscais. Clique aqui para mais informações. Manual das Sociedades Cooperativas

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Balancete x Balanço

Por Júlio César Zanluca – contabilista e coordenador do Portal de Contabilidade

No balancete, demonstram-se os saldos das contas na referida data no diário, tanto de ativos e passivos quanto contas de resultado.

É altamente recomendável que o balancete seja disponibilizado mensalmente, servindo assim como suporte:

1. Na análise de contas que precisarem de reconciliação contábil e

2. aos gestores para visualizar a situação patrimonial diante dos saldos apresentados, comparando-os com o orçamento, servindo, entre outros, para análise do progresso dos objetivos estipulados no Programa de Participação dos Resultados (PLR), evolução de custos, despesas, margens, lucro, etc.

Instituições financeiras também costumam exigir dos pretendentes ao crédito (pessoas jurídicas) o balancete (trimestral, semestral) para fins de cadastramento e análise de crédito.

Já o Balanço Patrimonial é a demonstração contábil obrigatória, destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente, numa determinada data, a posição patrimonial e financeira da Entidade.

Normalmente, o Balanço Patrimonial é demonstrado anualmente (no final do ano civil), e sua importância decorre das normas legais, societárias, contábeis e fiscais, sendo utilizado, entre outros para:

1. fixação do valor dos dividendos (ou lucros) aos acionistas (ou sócios), ou ainda lucros ao empresário individual;

2. determinação da base de cálculo, com ajustes, do IRPJ e CSLL sobre o lucro real;

3. análise patrimonial e financeira, para as instituições financeiras, investidores, fornecedores e processos licitatórios;

4. avaliação de resultados, PLR e fixação de orçamentos, projeções e demais análises gerenciais da entidade.

Portanto, o balancete é um “mini-balanço”, enquanto o balanço é o que poderíamos chamar de “encerramento do ano (ou do exercício)”, pois todas as contas de resultado são zeradas para compor a DRE – Demonstração do Resultado do Exercício. No balancete, as contas de resultado continuam com saldos, e no balanço tais saldos são transpostos contabilmente (através de transferência) para uma conta de apuração do resultado.

O lucro (ou prejuízo) apurado no balanço é transferido para a destinação prevista (dividendos ou lucros a pagar, reservas ou lucros e prejuízos acumulados).

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Contabilidade

Como Registrar Estoques no Balanço?

Os estoques ao final do período social devem ser devidamente contabilizados e registrados, compondo o grupo do Ativo Circulante, subgrupo estoques, em contas específicas, como:

– Mercadorias para Revenda;

– Matérias Primas;

– Material de Embalagem;

– Produtos em Elaboração;

– Produtos Acabados;

– Almoxarifado; etc.

Os insumos e mercadorias devem ser avaliadas pelo custo de aquisição mais recente ou pelo custo médio.

O plano de contas contábil deverá registrar todos os custos de produção (materiais, mão de obra direta e gastos gerais de fabricação), transferindo-os aos custos dos produtos, mediante rateio ou planilha, cujos métodos devem ser aplicados uniformemente.

Estoques obsoletos, inservíveis ou deteriorados devem ser devidamente ajustados, de forma a que o saldo contábil apresente seu valor como zero ou valor de realização.

No Livro de Registro de Inventário, devem ser arrolados, pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação, as mercadorias, as matérias-primas, os produtos intermediários, os materiais de embalagem, os produtos manufaturados e os produtos em fabricação, existentes no estabelecimento à época de balanço.

Contabilidade na Prática - Tópicos Contábeis Atualizados e Exemplificados! Abrange os principais tópicos de contabilidade empresarial, societária e comercial, com exemplos de lançamentos e modelos de planos de contas! Clique aqui para mais informações. Manual de Contabilidade Empresarial

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Normas Contábeis para o 3º Setor

Desde 1º de janeiro de 2012, entrou em vigência a NBC ITG 2002 que trata sobre as entidades sem finalidade de lucros, aprovada pela Resolução CFC 1.409/2012.

Esta interpretação estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação, de reconhecimento das transações e variações patrimoniais, de estruturação das demonstrações contábeis e as informações mínimas a serem divulgadas em notas explicativas de entidade sem finalidade de lucros.

As entidades sem finalidade de lucro são aquelas em que o resultado positivo não é destinado aos detentores do patrimônio líquido e o lucro ou prejuízo são denominados, respectivamente, de superávit ou déficit.

Tais entidades, mesmo aquelas que tenham sede no exterior, mas que atuem no Brasil, devem seguir as normas contábeis brasileiras.

As normas contábeis reconhecem que essas entidades são diferentes das demais e recomendam a adoção de terminologias específicas para as contas de Lucros ou Prejuízos, Capital e para a denominação da Demonstração do Resultado, com a finalidade de adequação dessas terminologias ao contexto das referidas entidades.

A estrutura patrimonial definida pela Lei das Sociedades por Ações (Lei 6.404/1976) é a base da contabilidade do terceiro setor.

Entretanto, algumas adaptações devem ser feitas e dizem respeito, principalmente, à nomenclatura de algumas contas a serem utilizadas.

Para maiores detalhamentos, recomendamos a leitura da obra:

Coletânea de assuntos relativos à teoria e prática da contabilidade do terceiro setor (ONG`s). Além de uma linguagem acessível, é uma obra atualizável. Inclui a legislação contábil vigente aplicável ao terceiro setor. Contém modelos de planos de contas e estatuto de ONG, exemplos de lançamentos contábeis de entidades sociais, entre outros. Clique aqui para mais informações. Contabilidade do Terceiro Setor

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