Contabilidade

Igrejas, Associações e Entidades do Terceiro Setor – Entrega da DCTF – Obrigatoriedade

As pessoas jurídicas de direito privado em geral, mesmo que equiparadas, imunes ou isentas, deverão apresentar, mensalmente, de forma centralizada pela matriz, a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF).

Essas pessoas jurídicas, caso não possuam débitos a declarar e permaneçam nesta condição durante todo o exercício, a partir do ano-calendário de 2014, inclusive, somente devem apresentar a DCTF relativa ao mês de janeiro de cada ano.

Caso passem a apurar débitos a declarar tornam-se novamente sujeitas à apresentação da DCTF mensalmente a partir do mês em que se constatar tal ocorrência.

Base: Solução de Consulta Cosit 111/2017.

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Artigos

Divida o Conhecimento e Multiplique o Resultado

O isolamento reduz a chance de sucesso de qualquer pessoa. Se não, pelo menos a obriga a esforçar-se mais. A troca de experiências é fabulosa, pois somente o que é dividido pode ser multiplicado.

Nas mais diversas atividades (lazer, espiritual, trabalho etc.), deparamo-nos com certa frequência com pessoas com dificuldades em manter o relacionamento pessoal com terceiros, preferindo atividades independentes. Egoísmo? Na maioria das vezes não creio tratar-se de soberba, mas de falta de treinamento para atividades coletivas.

Este exercício começa muito cedo e talvez fique mais fácil de lembrar dos tempos da escola, quando o professor dava atividade em grupo e aí começava o problema.

Sempre há aqueles que se encostam nos colegas, em nada colaboram para a realização do trabalho e ainda, por vezes, atrapalham, o que claramente piora quando o professor exige a participação de todos na apresentação.

Neste ponto é provável que os “encostados” prejudiquem a nota do grupo, o que será minimizado se alguém for para o sacrifício de orientar quem nem sempre está disposto a aprender.

Não devemos deixar que fatos como o citado acima atrapalhem a vida profissional, pois sabemos que o trabalho coletivo tem maiores possibilidades de sucesso.

Um craque do futebol pode ser fundamental para o time, embora sozinho não consiga o mesmo resultado que o grupo unido. Já tivemos a oportunidade de observar, no Campeonato Brasileiro de Futebol, times considerados inexpressivos em relação aos salários dos jogadores, que venceram o campeonato.

Sindicatos e associações têm a finalidade de reunir pessoas, profissionais ou não, para enfrentar dificuldades e vencê-las com menor esforço.

Jesus poderia ter feito todo o trabalho de evangelização sozinho, mas preferiu chamar ajudantes e compartilhou as atribuições. Pessoas bem treinadas podem conduzir o trabalho por longa data sem que o líder esteja ao lado o tempo todo.

Devemos buscar saber a causa do isolamento de alguém em nosso grupo que não consegue contribuir: se timidez, falta de conhecimento, preguiça, soberba ou até inabilidade no relacionamento humano.

Conhecer o real motivo é o primeiro passo para ajudá-lo a vencer sua dificuldade e tornar-se um membro ativo e produtivo.

No meio contábil a timidez é uma constante, pois a formação recebida não é a de diálogo, mas de concentração em tarefas em sua maioria, individuais.

Superar esta barreira é fundamental, especialmente por aqueles profissionais que são ou desejam atuar como empresários.

A comunicação (ouvir, pensar e responder) é indispensável para manter a equipe unida e produtiva, bem como nos demais relacionamentos, especialmente com os clientes. A boa comunicação torna as pessoas simpáticas e facilita a aproximação.

Todo empresário, inclusive o contábil, ao invés de demonstrar ser completamente autônomo, precisa maximizar o relacionamento com os concorrentes. Concorrentes? Naturalmente, pois os empresários das indústrias metalúrgicas, do comércio varejista, dos hospitais, da atividade rural etc., unem-se para somar forças.

São concorrentes que obviamente não revelam os segredos das empresas, mas compartilham as dificuldades para transformá-las em facilidades. Não há sindicato que agregue empresários incompatíveis, mas afins (normalmente o mesmo ramo de atividade).

Isolamento é uma ferramenta suicida. Pratique a fusão do conhecimento para disseminá-lo. Você e todo o grupo ganharão com isso.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como ganhar dinheiro na prestação de serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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Como Você Enxerga os Líderes das Associações da Classe Contábil?

(artigo enviado pelo autor em 01.12.2014)

Em todos os movimentos existem os bons e os maus e não é justo que sejam colocados todos no mesmo cesto. Neste artigo homenageio àqueles que empenham-se pela valorização da classe empresarial contábil.

Há muitos anos acompanho o trabalho realizado pelos sindicatos e associações dos contabilistas do Brasil e já chamei a atenção, em um artigo, daqueles que se “empoleiram nas cadeiras” sem produzir qualquer coisa de útil, mas hoje quero enaltecer o outro lado, o lado daquelas pessoas que são a grande maioria e tem realizado magnífico trabalho pela valorização da classe que dignamente representam.

Todos sabem da luta para compor a diretoria, pois poucos sentem-se capacitados ou disponíveis para dedicar algumas horas da semana em favor de seus colegas. Mas depois é significativa a parcela dos que reclamam. Claro que os associados podem e devem criticar o trabalho dos abnegados líderes voluntários, mas juntamente com as críticas (construtivas) também devem apresentar propostas para os problemas levantados.

Outro ponto a ser destacado é que diversos julgamentos vêm de pessoas não associadas. Filiar-se a uma organização que luta para defender a classe e proporcionam condições de trabalho mais digna deveria ser uma exigência de todos e não a súplica dos líderes. Sabemos que normalmente associam-se menos de 10% da classe, e isto é muito pouco.

Em qualquer roda de empresários contábeis, independente se é formada de pequenas ou grandes empresas, facilmente conclui-se que a principal missão da entidade patronal é criar condições para que o trabalho seja mais valorizado. Dizem ainda que os concorrentes prostituem os honorários, fazendo com que seja impossível executar bons serviços com o valor proposto pelo mercado.

Ouvindo essas observações os líderes das associações fazem a leitura perfeita: oferecem treinamentos para os contabilistas serem melhores gestores. Assim disponibilizam treinamentos como: marketing contábil, precificação dos serviços e formação de consultores.

A expectativa é de encerrar as inscrições logo nos primeiros dias do lançamento do curso, como acontece com os treinamentos para conhecer as mudanças nos Sped’s, alterações do Simples Nacional ou do Imposto de Renda. Mas para a surpresa de todos ficam lugares vazios na plateia. Os pequenos empresários contábeis e mais especialmente os novos, muitas vezes ainda não sabem gerir o seu negócio e por este motivo praticam preços deploráveis e trabalham com um “burro”, percebe-se a ausência.

Caros lideres, a luta é grande e somente pessoas bem determinadas atingem seus objetivos e portanto deixam uma marca na história da entidade que nunca será apagada. Certamente que os associados conseguem distinguir o joio do trigo, ou seja, reconhecer os bons lideres.

Gilmar Duarte da Silva é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR. 

Atenção: o autor aceita sugestões para aprimorar o artigo, no entanto somente poderá ser publicado com as modificações se houver a prévia concordância do autor.

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Empresário Contábil, Pequenas Associações e Grandes Benefícios

Gilmar Duarte da Silva

(artigo enviado pelo autor em 13.10.2014)

A união em pequenos grupos pode gerar benefícios mais eficazes em função da proximidade da direção com a base. A associação de empresários contábeis é uma forma de o grupo ficar mais forte para enfrentar o mercado.

Ao participarmos de uma associação, é comum não termos possibilidade de manifestação, especialmente quando ela é muito grande, ou seja, com estrutura regional, estadual, nacional ou até mundial. Estas gigantescas associações necessitam de estruturas muito bem planejadas para que a base seja ouvida e atendida, uma vez que este deveria ser o principal foco.

Quando a associação tem como principal objetivo a arrecadação de verbas dos associados, realidade de alguns sindicatos instituídos e mantidos por força de leis, os associados não se sentem parte do grupo e, embora contribuam financeiramente, dele não participam. Algumas destas “associações” preferem mesmo a não participação do associado, pois a pequena parcela que lidera sente-se mais à vontade para direcionar os benefícios a quem desejar, muitas vezes para eles mesmos.

Nessa semana, ao ministrar o curso de precificação dos serviços contábeis em Belo Horizonte, Minas Gerais, contratado por uma associação, conheci uma forma simples de atender as necessidades da base. Um grupo de empresários contábeis desejava este treinamento e foi buscar o auxilio da associação da classe, mas recebeu de resposta um NÃO, justificado pela ausência do mesmo no planejamento.

Desistiu? Não! O grupo possui uma pequena associação, com cerca de 50 associados, todos empresários contábeis. Pequena no número de integrantes, mas muito grande nos seus ideais. Este grupo se reuniu e decidiu levar o evento para a cidade com recursos próprios.

Foi impossível sensibilizar a associação da classe, pois a direção é de difícil acesso e talvez não consiga compreender ou não está interessada em ouvir a base. Mas a “pequena” associação, com menor número de associados, foi fácil de reunir, avaliar a necessidade e decidir pela contratação.

Esta não foi a primeira ação da Rede Integrar. Eles se reúnem quinzenalmente, discutem os problemas, buscam formas para combater concorrentes desleais e tantas outras coisas, sendo que a mais importante e exemplar delas é as demandas que os associados jugam pertinentes.

Gilmar Duarte da Silva é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR. 

Atenção: o autor aceita sugestões para aprimorar o artigo, no entanto somente poderá ser publicado com as modificações se houver a prévia concordância do autor.

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