Contabilidade

O Que Compõe o Valor Contábil?

Em termos contábeis, o denominado “valor contábil” é o montante pelo qual um determinado ativo ou passivo está reconhecido no balanço.
Este montante também é conhecido como “valor residual”.
No caso de um ativo imobilizado, representa o valor original, deduzido de toda respectiva depreciação, amortização ou exaustão acumulada, ajuste para perdas, reavaliação ou outros ajustes contábeis:
Valor original do ativo
(+ -) Ajuste por reavaliação
(-) Ajuste por impairment
(-) depreciação, amortização ou exaustão acumulada
(+) Acréscimos ao valor original do ativo (exemplos: reformas em equipamentos e construções em terrenos)
(+ -) Outros ajustes contábeis do ativo
(=) Valor Contábil
Aprofunde seus conhecimentos, através dos seguintes tópicos no Guia Contábil Online:
Contabilidade

Ativo Imobilizado em Uso – Regras BACEN

As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem registrar no ativo imobilizado de uso os bens tangíveis próprios e as benfeitorias realizadas em imóveis de terceiros, destinados à manutenção das suas atividades ou que tenham essa finalidade por período superior a um exercício social.

As aplicações de capital em ativos imobilizados de uso, inclusive referentes a terrenos que se destinem a futura utilização em decorrência de construção, fabricação, montagem ou instalação, devem ser registradas provisoriamente em rubrica específica de imobilizações em curso.

Caso não sejam efetivadas as aplicações previstas no período de até três anos, os valores escriturados na forma exigida devem ser reclassificados para o ativo circulante.

Os gastos com adições, benfeitorias ou substituições de componentes em ativo imobilizado de uso que efetivamente aumentem o seu prazo de vida útil econômica, sua eficiência ou produtividade podem ser agregados ao valor contábil do ativo.

A depreciação do imobilizado de uso deve ser reconhecida mensalmente em contrapartida a conta específica de despesa operacional.

Cada componente de um ativo imobilizado de uso com custo significativo em relação ao custo total do ativo deve ser depreciado separadamente.

As estimativas do valor residual e da vida útil dos ativos imobilizados de uso devem ser revisadas no final de cada exercício ou sempre que houver alteração significativa nas estimativas anteriores.

O valor contábil de um ativo imobilizado de uso deve ser baixado por ocasião de sua alienação ou quando não houver expectativa de benefícios econômicos futuros com a sua utilização ou alienação.

Na venda a prazo de ativos imobilizados de uso, a diferença entre o preço à vista e o total dos recebimentos previstos deve ser apropriada mensalmente na conta adequada de receita, de acordo com o Regime de Competência.

As instituições financeiras devem transferir do imobilizado de uso para o ativo circulante, pelo menor valor entre o valor contábil e o valor de mercado deduzido dos custos necessários para a venda:

I – a parcela substancial do ativo que não seja utilizada nas suas atividades; e

II – os bens cujo uso nas suas atividades tenha sido descontinuado.

Base: Resolução Bacen 4.535/2016.

Uma coletânea de centenas de análises totalmente práticas para auditoria contábil!. Além de uma linguagem acessível, é uma obra atualizável. Contém pontos (questionários) sobre as contas e demais controles contábeis. Modelos de PTA - Papel de Trabalho, prontos para serem utilizados em uma auditoria, em planilha EXCEL, que diminuirá o seu tempo para a abertura de papéis de trabalho e análise. Clique aqui para mais informações.  Fechamento e Elaboração de Balanço na Prática tópicos Atualizados e Exemplificados! Abrange detalhes de encerramento de balanço, ativos, passivos, demonstração de resultado, com exemplos de lançamentos, contém detalhes de tributação - Lucro Real, Presumido, Arbitrado e Simples! Clique aqui para mais informações.

Contabilidade

Que São Bens do Imobilizado?

Consideram-se bens do ativo imobilizado, ativos tangíveis:

I – que sejam disponibilizados para uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços, ou para locação por outros, para investimento, ou para fins administrativos; e

II – cuja desincorporação ocorra somente a partir do segundo ano subsequente ao da respectiva entrada.

Bases: Resolução CFC 1.285/2010Resolução CGSN 125/2015.

Fechamento e Elaboração de Balanço na Prática tópicos Atualizados e Exemplificados! Abrange detalhes de encerramento de balanço, ativos, passivos, demonstração de resultado, com exemplos de lançamentos, contém detalhes de tributação - Lucro Real, Presumido, Arbitrado e Simples! Clique aqui para mais informações.  Como elaborar um adequado Plano de Contas Contábil. Atualizado de acordo com a Lei 11.638 de 28 de dezembro de 2007 e mudanças nas Normas Contábeis.Abrange detalhamentos da elaboração das contas contábeis e tópicos que merecem atenção específica. Cada conta é analisada individualmente para facilitar a classificação. Clique aqui para mais informações.

Contabilidade

Quais São as Contas do Ativo?

Nas contas contábeis do Ativo, constarão os seguintes grupos:

Ativo Circulante: O denominado “Ativo Circulante” constitui-se no grupo de contas contábil que registra as disponibilidades (caixa, bancos conta movimento e aplicações financeiras), os título negociáveis (como duplicatas a receber), os estoques e outros créditos de realização a curto prazo, como adiantamento a fornecedores e empregados.

Ativo Não Circulante: no grupo de contas contábeis denominado Ativo Não Circulante são registrados todos os bens de permanência duradoura, destinados ao funcionamento normal da entidade e do seu empreendimento, assim como os direitos exercidos com essa finalidade.

O Ativo Não Circulante será composto dos seguintes subgrupos:
Contabilidade

Criação de Subcontas Contábeis para 2015

A diferença positiva verificada na data da adoção inicial entre o valor de ativo na contabilidade societária e no FCONT deve ser adicionada na determinação do lucro real na data da adoção inicial, salvo se o contribuinte evidenciar contabilmente essa diferença em subconta vinculada ao ativo, para ser adicionada à medida de sua realização, inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa.

A diferença será registrada a débito na subconta em contrapartida à conta representativa do ativo.

Exemplo:

Valor contábil do ativo máquinas e equipamentos R$ 120.000,00

Valor escriturado no FCONT R$ 100.000,00

Diferença R$ 20.000,00, que será contabilizada da seguinte forma:

D – Máquinas e Equipamentos – Saldo no Fcont

C – Máquinas e Equipamentos

R$ 20.000,00

Teremos, então, o seguinte saldo das subcontas máquinas e equipamentos:

Máquinas e Equipamentos R$ 100.000,00

Máquinas e Equipamentos – Saldo no Fcont R$ 20.000,00

Total da conta Máquinas e Equipamentos R$ 120.000,00

No caso de conta que se refira a grupo de ativos ou passivos, de acordo com a natureza desses, a subconta poderá se referir ao mesmo grupo de ativos ou passivos, desde que haja livro razão auxiliar que demonstre o detalhamento individualizado por ativo ou passivo.

Portanto, imprescindível que a contabilidade prepare estes dados, ajustando contabilmente as contas no início de 2015.

Base artigos 163 e seguintes da IN RFB 1.515/2014.

Fechamento e Elaboração de Balanço na Prática tópicos Atualizados e Exemplificados! Abrange detalhes de encerramento de balanço, ativos, passivos, demonstração de resultado, com exemplos de lançamentos, contém detalhes de tributação - Lucro Real, Presumido, Arbitrado e Simples! Clique aqui para mais informações. Fechamento de Balanço

Mais informações

Pague em até 6x sem juros no cartão de crédito!

ComprarClique para baixar uma amostra!

Notícias e Enfoques

Notícias Contábeis 27.08.2013

GUIA CONTÁBIL ON LINE

Reembolsos de Despesas

Demonstração do Valor Adicionado – DVA

Aquisição de Bens para o Ativo Imobilizado de Pequeno Valor

SISCOSERV

SISCOSERV: Alteradas Normas e Prazo de Entrega do Demonstrativo

ARTIGOS E TEMAS

Exigibilidade das Demonstrações Contábeis na Licitação

Falta de Registros Contábeis Prejudica Gestão Empresarial

ENFOQUES TRIBUTÁRIOS

Planejamento Tributário: a Indispensável Contabilidade

PIS e COFINS – Créditos Sobre Depreciação de Edificações e Benfeitorias

PUBLICAÇÕES ATUALIZÁVEIS

Auditoria Gerencial

Manual de Retenção do ISS

Microempreendedor Individual

Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 21.08.12

GUIA CONTÁBIL ON LINE
IRF – Juros Sobre Aplicações Financeiras
Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos – DOAR
Aquisição de Bens para o Ativo Imobilizado sem Financiamento Bancário
Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 24.07.12

COOPERATIVAS
Lei 12.690/2012 – Dispõe sobre a organização e o funcionamento das Cooperativas de Trabalho; institui o Programa Nacional de Fomento às Cooperativas de Trabalho – PRONACOOP; e revoga o parágrafo único do art. 442 da CLT.
Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 19.06.12

GUIA CONTÁBIL ON LINE
Consórcio Simples
Vendas de Mercadorias, Produtos e Serviços
Indenização Recebida da Seguradora – Sinistros de Bens do Imobilizado
Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 20.12.11

EXAME DE SUFICIÊNCIA
Resolução CFC 1.373/2011 – Regulamenta o Exame de Suficiência como requisito para obtenção ou restabelecimento de Registro Profissional em Conselho Regional de Contabilidade (CRC).
PARCELAMENTOS – DÉBITOS CRC´S
Resolução CFC 1.368/2011 – Estabelece critérios para concessão de parcelamento de créditos de exercícios encerrados, de transação, de isenção e de remissão pelos Conselhos de Contabilidade.
NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE
Resolução CFC 1.374/2011 – Dá nova redação à NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL – Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro.
Resolução CFC 1.375/2011 – Aprova a ITG 17 – Contratos de Concessão: Evidenciação.
Resolução CFC 1.376/2011 – Altera a NBC TG 26 – Apresentação das Demonstrações Contábeis.