Contabilidade

Variação de Taxas de Câmbio nos Balanços

De acordo com o regime de competência, as empresas que tiverem crédito a receber e/ou obrigações a pagar em moeda estrangeira deverão, por ocasião do levantamento de balanços, proceder à atualização da expressão monetária, em reais, desses valores com base na taxa cambial vigente na data do levantamento do balanço.

Observe-se que é recomendável, sob o prisma gerencial, que tal atualização também seja procedida mensalmente, de forma a constar nos balancetes mensais.

O registro contábil da atualização monetária deve ser feito a débito ou a crédito da conta atualizada, tendo como contrapartida contas de resultado, de variações monetárias ativas (receita) ou de variações monetárias passivas (despesa).

Veja também, no Guia Contábil Online:

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Contabilidade

Taxas de Câmbio para Balanço – Novembro/2017

Através do Ato Declaratório Executivo Cosit 44/2017 a RFB divulgou taxas de câmbio para fins de elaboração de balanço relativo ao mês de novembro de 2017:

Código

Moeda

Cotação Compra R$

Cotação Venda R$

220

Dólar dos Estados Unidos

3,2610

3,2616

978

Euro

3,8819

3,8839

425

Franco Suíço

3,3147

3,3167

470

Iene Japonês

0,02913

0,02914

540

Libra Esterlina

4,3994

4,4015

Acesse também no Guia Contábil Online:

Variação Cambial de Direitos e Obrigações

Balanço Patrimonial

Contabilidade

Livros Abrangidos pelo SPED-Contábil

Todos os livros da escrituração contábil podem ser incluídos no Sped Contábil, em suas diversas formas.

São previstas as seguintes formas de escrituração:

• G – Diário Geral;

• R – Diário com Escrituração Resumida (vinculado a livro auxiliar);

• A – Diário Auxiliar;

• Z – Razão Auxiliar;

• B – Livro de Balancetes Diários e Balanços.

A escrituração G (Diário Geral) não pode conviver com nenhuma outra escrituração principal no mesmo período, ou seja, as escriturações principais (G, R ou B) não podem coexistir.

A escrituração G não possui livros auxiliares A ou Z, e, consequentemente, não pode conviver com esses tipos de escrituração.

A escrituração resumida R pode conviver com os livros auxiliares (A ou Z).

O livro de balancetes e balanços diários B pode conviver com os livros auxiliares (A ou Z).

Fonte: Manual ECD – 2017.

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Contabilidade

Quando Reconhecer a Multa de Mora de Tributos

Com frequência surgem dúvidas sobre qual o momento para se reconhecer contabilmente os encargos com multas e juros de mora, na apuração do Lucro Real, para fins de cálculo do imposto de renda das pessoas jurídicas (IRPJ) e contribuição social sobre o lucro (CSLL).

As multas moratórias, por recolhimento espontâneo de tributo fora do prazo, são dedutíveis como despesa operacional, na determinação do Lucro Real e da Base de Cálculo da Contribuição Social, no período em que forem incorridas, de acordo com o regime de competência.

Todavia o disposto não se aplica aos tributos cuja exigibilidade esteja suspensa, à exceção do parcelamento e da moratória.

Desta forma, tais encargos devem ser reconhecidos na época em que forem incorridos.

Da mesma forma, os juros SELIC devidos pelo atraso.

Exemplo: COFINS com vencimento em janeiro-2017, cujo pagamento ficou pendente em 31.01.2017. Em 31.01.2017, por ocasião do balancete, deve-se reconhecer tanto os juros quanto a multa moratória, do aludido tributo, independentemente de o pagamento ter sido realizado posteriormente (por exemplo, em fevereiro/2017).

Base: Lei 5.172/1966, art. 151, Lei 8.981/1995, art. 41 e Solução de Divergência Cosit 6/2012.

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Contabilidade

Detalhes na Conciliação das Contas

Conciliação das contas contábeis é a checagem do respectivo saldo/movimentação com a realidade efetiva (saldo/movimentação real).

Assim, por exemplo, o saldo da conta “duplicatas a receber” deve ser equivalente aos registros dos valores totais a cobrar, na mesma data, constantes de relatórios do departamento financeiro da empresa.

Ao fazer a conciliação das contas patrimoniais e de resultado, atente-se para os seguintes procedimentos, entre outros itens mais comuns:

  1. A conta caixa deverá estar em conformidade com os registros do livro ou boletins de caixa.
  2. As contas bancárias e de aplicações financeiras devem estar de acordo com os extratos bancários e/ou conciliações bancárias.
  3. A conta de duplicatas a receber deve estar conciliada com o relatório de contas a receber.
  4. As contas de adiantamentos e outros créditos devem ser conciliadas no sentido de verificar pendências e serem registradas adequadamente.
  5. A conta de estoque deve estar conferindo com o total da posição do Inventário.
  6. A conta de despesas antecipadas deve estar conciliada com as planilhas de rateio e com os documentos pertinentes.
  7. Nas contas do Ativo Não Circulante: verificar se os lançamentos estão suportados por documentos hábeis e se não há lançamentos incorretos.
  8. Se Investimentos em coligadas ou controladas estão avaliados pelo método da equivalência patrimonial.
  9. As contas do Imobilizado e Intangível devem estar de acordo com os controles patrimoniais da empresa.
  10. As contas de fornecedores devem estar conciliadas com o relatório das contas a pagar.
  11. Os tributos a pagar devem coincidir com os valores efetivamente apurados e declarados.
  12. Empréstimos e financiamentos devem ser conciliados com o contrato objetivando a contabilização dos juros e das atualizações pelo período de competência.
  13. Provisão de férias e 13º salário, de acordo com relatório analítico por funcionários, fornecido pelo setor de Pessoal;
  14. As contas do Passivo Não Circulante devem ser verificadas com relação aos documentos suportes de movimentação no ano, a classificação superior a 12 meses após encerramento do balanço e planilhas subsidiárias.
  15. As contas do Patrimônio Líquido devem refletir o capital social de acordo com o contrato social e alterações, as movimentações das demais contas, inclusive lucros/prejuízos acumulados – devem coincidir com a efetiva movimentação.
  16. As receitas devem ser conciliadas com os registros de apuração do ICMS,IPI ou do ISS, para evitar lançamentos a maior ou a menor, com consequências tributárias.
  17. As despesas devem ser consistentes com relação à documentação suporte e à atividade da empresa, é importante que o Contabilista visualize, através do Razão Contábil, se não há distorções nos lançamentos contábeis das despesas ou classificação indevida.

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Taxas de Câmbio para Fechamento de Balanço em Abril/2016

Através do Ato Declaratório Executivo Cosit 13/2016 foram divulgadas as taxas de câmbio para fins de elaboração de balanço relativo ao mês de abril de 2016:

Código

Moeda

Cotação Compra R$

Cotação Venda R$

220

Dólar dos Estados Unidos

3,4502

3,4508

978

Euro

3,9470

3,9484

425

Franco Suíço

3,5932

3,5953

470

Iene Japonês

0,03227

0,03228

540

Libra Esterlina

5,0452

5,0464

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Contabilidade

Sua Contabilidade Está em Dia?

por Júlio César Zanluca – contabilista e coordenador do Portal de Contabilidade

Para a tomada de decisões gerenciais (inclusive análise de balanço, planejamento tributário e gestão de orçamento e custos), é imprescindível que a contabilidade esteja em dia.

Por contabilidade em dia entende-se uma contabilidade com as seguintes características:

– balancetes mensais fechados até, no máximo, dia 20 do mês subsequente;

– contas contábeis devidamente conciliadas;

– complementação de informações com notas explicativas;

– registro pelo regime de competência, incluindo provisão de férias, 13º salário, contas a pagar no mês seguinte (mas devidas ou consumidas no mês), tributos (incluindo IRPJ e CSLL), apropriação de despesas (e receitas) financeiras, consumo de estoques, etc.

Como consultor empresarial nos anos anteriores à minha atual atividade, constatei que muitas vezes a “contabilidade em dia” se transformava em “contabilidade apressada”, onde tudo era feito mecanicamente e sem a devida atenção a determinadas contas, gerando distorções gritantes na demonstração do resultado e na apresentação das contas patrimoniais.

A grande deficiência da “contabilidade apressada” são os inúmeros documentos contábeis, fiscais e registros que deveriam ser contabilizados no mês (como, por exemplo, fretes sobre vendas) e o são somente por ocasião do pagamento (ocasionando o que chamamos de “regime de caixa”).

Os gestores contábeis precisam certificar-se que, no afã de cumprir prazos e metas, não deixem a qualidade da informação contábil de lado. Os erros mais comuns da “contabilidade apressada” são:

– omissão de registros de despesas e custos (como encargos financeiros, contas a pagar e comissões sobre vendas);

– má conciliação das contas (especialmente conta de clientes e fornecedores);

– registros “transitórios”, com a existência de contas absurdas, como “créditos a classificar”, “adiantamento diversos”, etc.

– falhas nos relatórios de provisão de férias, 13º salário, cálculos da remuneração de administradores, participações nos resultados, provisão para imposto de renda e contribuição social sobre o lucro, entre outras.

Se o fluxo de documentos e informações da empresa ou organização é falho, resta ao contabilista propor alterações para sua agilização, fazendo, se for o caso, a devida ressalva no balancete – afinal, alertar a administração das falhas de controle é uma das tarefas que nós, contabilistas, podemos e devemos executar.

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Contabilidade

Como Proceder para Atualizar Ativos e Passivos a Taxas Cambiais

Mensalmente, sob o regime de competência, os ativos e passivos que estão atrelados à taxa cambial devem ser reconhecidos na escrituração pelo seu valor devidamente atualizado.

A contrapartida das referidas atualizações constituem-se em despesa ou receita financeira, conforme o caso.

A Receita Federal divulga mensalmente as taxas cambiais para fins de fechamento de balanço, através de atos declaratórios executivos.

A contabilização das variações cambiais respectivas deverá ser baseadas nas taxas cambiais verificadas no fechamento do mercado de câmbio, no último dia útil de cada mês, que são também fornecidas pelo Banco Central do Brasil (www.bcb.gov.br na seção “Câmbio e Capitais Estrangeiros”/subseção “Taxas de Câmbio/Cotações”).

Nota: na atualização de direitos de créditos, devem ser utilizadas as taxas para compra, enquanto que na utilização de obrigações, devem ser utilizadas as taxas para venda.

Veja maiores detalhes no tópico Variação Cambial de Direitos e Obrigações, no Guia Contábil Online.

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Artigos

Como Fazer a Conciliação Bancária

A conciliação bancária consiste na comparação do saldo de uma conta bancária de movimento com uma informação externa à contabilidade (extrato bancário), de maneira que se possa ter certeza quanto à exatidão do saldo em análise, em determinada data.

É importante que, mensalmente (pelo menos), esta conciliação seja realizada, pois aproximadamente 90% ou mais das movimentações financeiras de uma empresa ocorrem através de contas bancárias.

1) Confronte os Saldos Contábeis x Extrato Bancário, numa mesma data

Após o lançamento de todas as movimentações, na contabilidade, compare o saldo desta data (normalmente o final do mês) com o saldo informado no extrato.

Havendo divergência de saldo, o valor deverá ser analisado (passo 2)

Nota: observar que o saldo inicial (tanto da contabilidade quanto do extrato) deverão “bater”. Não ocorrendo isto, a diferença precisará ser conciliada no mês (ou meses) anteriores.

2) Analise os lançamentos realizados

Verifique, lançamento a lançamento, se o mesmo foi contabilizado, e no valor correto.

Exemplo: tarifa bancária R$ 30,00 (no extrato) – lançamento na contabilidade R$ 3,00. Haverá aqui uma diferença de R$ 30,00 – R$ 3,00 = R$ 27,00.

Esta diferença deverá ser lançada contabilmente, como complemento de lançamento, na data do débito efetivo da tarifa no extrato.

3) Reconciliação

Após esgotar o passo 2, verificar se os saldos finais são coincidentes.

Caso a diferença persistir, deverá ser realizada a reconciliação, questionando-se:

– todos os lançamentos foram realizados?

– há lançamento invertido (ao invés de débito, foi realizado crédito?)

– há “pendências” (itens que aparecem no extrato, mas não foram contabilizados por se desconhecer a origem da operação)?

– há diferença de valor de lançamento (erros mais comuns são inverter valores – exemplo: ao invés de registrar R$ 89,98, registrou-se R$ 98,89 e omitir número – exemplo: ao invés de registrar R$ 159,40, registrou-se R$ 59,40 ou R$ 15,40, etc.)

Com a devida atenção, a reconciliação apontará as diferenças e “pendências”. Se tais valores forem significativos, deverão ser lançados no próprio mês. Diferenças pouco expressivas poderão ser contabilizadas no mês seguinte (lembrando-se que deve ser feito uma nova conciliação da conta, a cada mês).

Conciliações, Controles e Encerramento das Demonstrações Financeiras. Atualizado de acordo com a Lei 11.638 de 28 de dezembro de 2007. Abrange as principais contas contábeis e tópicos que merecem atenção especial no momento da elaboração das demonstrações financeiras. Cada conta é analisada individualmente e traz o detalhamento para a sua conciliação e os controles internos necessários. Clique aqui para mais informações. Manual Prático de Contabilidade

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Taxas Cambiais para Fins de Balanço

A Receita Federal do Brasil (RFB) divulga mensalmente as taxas cambiais para fins de fechamento de balanço, através de atos declaratórios executivos.

A contabilização das variações cambiais respectivas deverá ser baseadas nas taxas cambiais verificadas no fechamento do mercado de câmbio, no último dia útil de cada mês, que também podem ser obtidas no site do Banco Central do Brasil (www.bcb.gov.br na seção “Câmbio e Capitais Estrangeiros”/subseção “Taxas de Câmbio/Cotações”).

Nota: na atualização de direitos de créditos, devem ser utilizadas as taxas para compra, enquanto que na utilização de obrigações, devem ser utilizadas as taxas para venda.

Fechamento e Elaboração de Balanço na Prática tópicos Atualizados e Exemplificados! Abrange detalhes de encerramento de balanço, ativos, passivos, demonstração de resultado, com exemplos de lançamentos, contém detalhes de tributação - Lucro Real, Presumido, Arbitrado e Simples! Clique aqui para mais informações. Fechamento de Balanço

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