Notícias e Enfoques

Medida Provisória permite registro automático de 96% das empresas no Brasil

Advogados e contadores poderão declarar a autenticidade de documentos perante as juntas comerciais

A Medida Provisória 876/2019 publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (14), visa melhorar o ambiente de negócios no Brasil ao aprovar automaticamente o registro da maioria das empresas. Esse registro é o que garante publicidade, autenticidade, segurança e eficácia dos atos empresariais. Todos empresários ou sociedades empresárias que atuam no País devem ser registrados em uma junta comercial.

O novo regulamento determina que o Empresário Individual, Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) e Sociedade Limitada (LTDA) sejam registrados automaticamente após a etapa inicial de viabilidade de nome e de localização. Com isso, o empresário já sairá da junta comercial com o número do seu CNPJ.  A análise formal dos atos constitutivos será realizada a posteriori, dinamizando a economia brasileira.

De acordo com dados das juntas comerciais, 96% das empresas que as procuram para o registro serão beneficiadas diretamente com a medida. Atualmente, menos de 1% desses pedidos são indeferidos após análise. No período de janeiro a dezembro de 2018, por exemplo, a Junta Comercial do Distrito Federal teve um percentual de indeferimentos de 0,4% e a de São Paulo, 0,02%.

Se for constatada alguma inconsistência insanável, durante o exame posterior dos pedidos, a junta comunicará os demais órgãos públicos envolvidos no processo de abertura de empresas para que tomem as devidas providências (cancelamento do CNPJ e da inscrição estadual, por exemplo).

Autenticidade dos documentos

Outra medida da MP é a permissão para que advogados e contadores declarem a autenticidade de documentos. Dessa forma, dispensa-se a autenticação em cartório ou o comparecimento do interessado à junta comercial para apresentação de documentos, reduzindo desta forma as exigências e os custos para os usuários dos serviços.

A proposta passa a valorizar a confiança nos profissionais envolvidos no processo de registro público de empresas, ao mesmo tempo em que reduz a possibilidade de fraudes e facilita a penalização dos responsáveis no caso de ocorrência.

“Agora, os empresários não terão mais que ir pessoalmente às juntas nem entregar documentos pessoais originais a despachantes. Ainda, a emissão automática do número do CNPJ permitirá que o empresário realize imediatamente a montagem do seu negócio, como aluguel de espaço, compra de insumos e contratação de funcionário, por exemplo”, afirmou  o secretário Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel.

A possibilidade de declaração de autenticidade por advogados já é uma realidade há anos em processos judiciais. Com a ampliação dessa possibilidade para contadores, muito atuantes nos procedimentos perante as juntas comerciais, a proposta promove ainda a valorização e a confiança nesses profissionais.

Fonte: site Ministério da Economia – 14.03.2019

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Notícias e Enfoques

Contra o projeto que aumenta custos e burocratiza para o registro de empresas

O deputado Itamar Borges presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo manifesta apoio às entidades congraçadas da contabilidade paulista: SESCON-SP, AESCON-SP, FECONTESP, CRCSP, IBRACON, ANEFAC e SINDCONT-SP, que estão lançando manifesto contra o Projeto de Lei nº 10.044/2018, que tramita na Câmara dos Deputados para incluir a obrigatoriedade de formalização em cartórios, por escritura pública, dos atos constitutivos necessários ao funcionamento das pessoas jurídicas de direito privado, dentre elas as sociedades empresárias.

O argumento que o PL busca medidas eficazes para o combate à corrupção e à lavagem de dinheiro não é real e além disso é um retrocesso para o empreendedorismo, tendo em vista que vai na contramão das necessidades de simplificação e desburocratização em nosso país.

“O projeto aumenta custos e cria mais burocracia para abertura, alteração e encerramento de empresas, entre elas, exige a presença física dos empresários e seus sócios no Cartório, diante de um tabelião. Esse Projeto não pode passar. Solicitamos aos deputados federais que rejeitem essa iniciativa”, afirmou o deputado estadual Itamar Borges.

A Frente Parlamentar do Empreendedorismo é favorável a medidas para combater a lavagem de dinheiro e a corrupção, mas que isso seja feito sem prejudicar o ambiente empreendedor, que precisa gerar empregos, renda e promover o desenvolvimento econômico nacional.

Fonte: FENACON – 04.01.2019

Notícias de Contabilidade

Projeto Redesim reduz o tempo de abertura de empresas no Brasil

O tempo médio agora é de 6 dias e 18 horas

Uma da Iniciativas Institucionais de Acompanhamento Diferenciado (IIAD), a Redesim, segue simplificando o ambiente de negócios do pais. 

O Projeto de Integração Nacional Redesim da Receita Federal colaborou para a queda do tempo de abertura de pessoas jurídicas no País.

O processo de abertura é composto por três etapas: a pesquisa prévia de viabilidade; a etapa de registro e inscrições tributárias e a de licenciamento. Esta última apenas para os processos em que é necessário anuência do órgão licenciador que pode ser o Corpo de Bombeiros, a Vigilância Sanitária ou o Meio Ambiente.

Cerca de 80% dos processos são considerados de baixo risco e não há necessidade da etapa de licenciamento.

A apuração no primeiro semestre de 2018 levou em consideração apenas as duas primeiras etapas do processo: viabilidade; e registro e inscrições. Isso mostra que o tempo médio ficou em 6 dias e 18 horas, com os seguintes perfis de tempo do processo:

– 39% dos processos foram abertos em até 3 dias
– 23% dos processos foram abertos entre 3 e 5 dias
– 13% dos processos foram abertos entre 5 e 7 dias
– 25% dos processos foram abertos em mais de 7 dias

Outra novidade do Projeto foi a construção de um novo Portal em linguagem mais simples e direta ao cidadão empreendedor e onde é possível concentrar todas as ações necessárias para abrir, alterar e baixar a pessoa jurídica: www.redesim.gov.br.

Fonte: FENACON 24.09.2018

Veja também:

CONSTITUIÇÃO DE EMPRESA

DISTRATO SOCIAL

CISÃO, FUSÃO E INCORPORAÇÃO DE SOCIEDADES

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Artigos

Navegar na Crise, para Não Sucumbir!

Por Júlio César Zanluca – contabilista, fundador e coordenador dos sites Portal Tributário e Portal de Contabilidade

Em minhas caminhadas pela região onde moro (Curitiba-PR), o que vejo à volta são placas com “vende-se”, “fechado” e “aluga-se”, numa proporção absurda. Sinal que, nestes tempos, quem está se dando bem são os fazedores de placas!

O empresário brasileiro é notadamente um dos mais ágeis do mundo. Já suportou hiperinflação (décadas de 80 e 90), suporta hipertributação (desde a Constituição de 1988 até hoje) e ainda tem que conviver com hiperlegislação (são milhares de normas que mudam constantemente).

E, desde 2014, enfrenta a pior recessão da história do país, causada pelo desgoverno das finanças públicas, corrupção e ineficiência da máquina governamental.

Segundo meu colega e amigo Gilmar Duarte, “a impossibilidade se aloja na falta de disposição para buscar, descobrir ou desenvolver soluções para pequenos e grandes problemas. Certamente é cômodo e seguro trilhar o caminho aberto por outras pessoas, mas quando este é tortuoso e ineficiente, aqueles que traçam novas rotas têm grandes chances de alcançar mais sucesso, inclusive financeiro.”

A resposta para atual crise nos negócios no Brasil é “empreender”, verbo que traduz a dinâmica de quem não “abaixa a cabeça” diante das cabeçadas grosseiras cometidas pelos executores da política econômica nacional (governo federal).

Já pensou em exportar? Já pensou em inovar? Lançar novos produtos? Vender ou fechar negócios ou seções que não dão retorno suficiente e investir o dinheiro em novos serviços?

Fez planejamento tributário? Passou a pente-fino custos, despesas e estruturas? Renegociou com fornecedores? Se fez tudo isso, parabéns (se não fez, comece!), porém prossiga e empreenda – afinal, se você aguentou até aqui é porque tem competência e dinamismo suficiente!

O que o empresário nacional (principalmente o pequeno e médio empreendedor) não pode fazer é desistir, neste momento tão aviltante – afinal, no meio do caos, surgem os verdadeiros líderes!

Minhas sugestões:

– Lance franquias.

– Adote ideias de novos produtos, serviços e encante o cliente.

– Valorize novas ideias de fornecedores, clientes, empregados, colaboradores, consultores – vá à pesca!

– Empreenda de forma inovadora (reinvente o negócio).

– Observe os negócios à volta – visite feiras e promoções.

– Invista em si mesmo (cursos, ideias, livros, visite outros negócios, converse com outros empreendedores, questione, reflita, ore, medite, dê uma caminhada diária para clarear a mente).

– Converse com crianças e adolescentes, eles são muito criativos! Não “pense redondo”, pense abertamente!

– Reinvente seus preços(!) – que tal rever suas políticas de preços, lucros, custos, margens e cortar as famosas “gorduras” e criar valor para seus clientes? Preço não é resultado de uma equação, mas de um valor percebido pelo seus clientes. Quanto maior este valor, maior é o valor do preço – que tal perseguir este objetivo?

– Vote e incentive a votar nos representantes que, de fato, querem o empreendedorismo na vanguarda do país. Desconfie de “soluções mágicas” ou “estatizantes”, que tanto mal fizeram à nossa Nação empreendedora.

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Notícias e Enfoques

Empresas com Débitos do Simples Poderão Parcelar Dívida até 09/Julho

Através do programa PERT-SN, poderão ser parcelados os débitos vencidos até a competência do mês de novembro de 2017 e apurados na forma do regime especial do Simples Nacional, aplicando-se aos créditos constituídos ou não, com exigibilidade suspensa ou não, parcelados ou não e inscritos ou não em dívida ativa do respectivo ente federativo, mesmo em fase de execução fiscal já ajuizada.

A adesão ao PERT-SN poderá ser efetuada até 09.07.2018 (prazo fixado pela Resolução CGSN 138/2018), ficando suspensos os efeitos das notificações – Atos Declaratórios Executivos (ADE) – efetuadas até o término deste prazo, competindo ao Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) a regulamentação do parcelamento.

Veja maiores detalhamentos no tópico Parcelamento Simples Nacional – PERT-SN, no Guia Tributário Online.

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Empresas do Simples Têm Direito à Dupla Visita em Fiscalização

A fiscalização das empresas optantes pelo Simples Nacional, no que se refere aos aspectos trabalhista, metrológico, sanitário, ambiental, de segurança e de uso e ocupação do solo das microempresas e empresas de pequeno porte deverá ter natureza prioritariamente orientadora, quando a atividade ou situação, por sua natureza, comportar grau de risco compatível com esse procedimento.

Será observado o critério de dupla visita para lavratura de autos de infração, salvo quando for constatada infração por falta de registro de empregado ou anotação da Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS, ou, ainda, na ocorrência de reincidência, fraude, resistência ou embaraço à fiscalização.

A inobservância do critério de dupla visita implica nulidade do auto de infração lavrado sem cumprimento ao disposto neste artigo, independentemente da natureza principal ou acessória da obrigação.

Base: art. 55 e parágrafos da Lei Complementar 123/2006 (na redação dada pela Lei Complementar 147/2014).

Veja também, no Guia Tributário Online:

Simples Nacional – Fiscalização

Simples Nacional – Obrigações Acessórias

Simples Nacional – Opção pelo Regime

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Contabilidade, Registro

Registro Simplificado de Empresas

A abertura de Empresário Individual, de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada – EIRELI ou de Sociedade Limitada, poderão ser solicitadas na Junta Comercial mediante o uso do sistema de Registro e Licenciamento de Empresas – RLE.

O documento “Solicitação de Registro” deverá ser assinado pelos seus sócios ou titulares para abertura da empresa.

No caso dos microempreendedores individuais a abertura continuará sendo realizada por intermédio do Portal do Empreendedor.

Não serão abertas pelo RLE as empresas que:

I – exerçam atividades que dependam de autorização prévia de Órgãos e Entidades Governamentais, nos termos da Instrução Normativa DREI nº 14, de 5 de dezembro de 2013, publicada no DOU de 6 de dezembro de 2013, e suas alterações;

II – tenham em seu quadro societário menores, incapazes, pessoas físicas estrangeiras e pessoas jurídicas;

III – tenham sede ou filial(is) em outra UF, que não utilize o RLE;

IV – sejam constituídas por representantes.

Na abertura da empresa pelo RLE deverá ser indicado, obrigatoriamente, pelo menos um administrador.

As expressões “limitada”, “microempresa” e “empresa de pequeno porte” constarão sempre de forma abreviada – Ltda, ME e EPP.

Base: Instrução Normativa DREI 32/2015.

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Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte III

por Gilmar Duarte – via e-mail

A terceira parte da Pesquisa Nacional das Empresas Contábeis (PNEC) apresenta uma informação valorosa capaz de determinar o preço de venda da empresa.

A Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC realizada no período de maio a agosto do corrente ano contou com a participação de empresários contábeis de 85% dos estados brasileiros.

As empresas têm em média 17 anos, possuem 2,05 sócios (59% com atuação exclusiva na atividade), 12 empregados (58% do sexo feminino) de 30 anos com salários pouco acima de R$ 2,2 mil e faturamento de R$ 7,1 mil por empregado.

Estas e outras informações estão detalhadas nos artigos disponíveis em https://goo.gl/avYf9J e https://goo.gl/g2xmnw

Nesta terceira série de artigos da PNEC/2017, que busca desvendar a forma de atuação dos empresários contábeis no Brasil, será tratado dos clientes, o maior patrimônio de qualquer empresa, mas ainda mais especialmente naquelas que prestam serviços de contabilidade, pois o critério praticado para valorizar, por ocasião da venda da empresa, é justamente a carteira de clientes.

Alguns oferecem sete, dez ou até treze vezes os honorários para adquirir o “Escritório de Contabilidade”.

Tomemos como exemplo uma empresa com cem (100) clientes e o faturamento mensal de R$ 125 mil, poderá ser comercializado entre R$ 875 mil a R$ 1,6 milhões.

Certamente se totalizar todos os móveis e equipamentos necessários para a prestação dos serviços não ultrapassará a 20% deste montante.

A PNEC revelou que cada empresa contábil possui em média 93 clientes com faturamento bruto anual de R$ 1.274.718,00, o que equivale a R$ 106.226,00 por mês.

Desta forma é fácil concluir que, na média, as empresas contábeis têm o preço venal entre R$ 740 mil e R$ 1.380 mil, ou, para fazer a média e arredondar, podemos considerar que o preço das empresas contábeis é de R$ 1 milhão.

Seguem duas comparações: investindo este capital num imóvel para locação, a renda mensal ficará entre R$ 4 e R$ 5 mil; se investido em caderneta de poupança, os juros serão de aproximadamente R$ 4,7 mil. Naturalmente outros investimentos podem ser bem mais rentáveis, especialmente se o seu perfil for mais arrojado.

Observe que os honorários médios por cliente são de R$ 1.142,22, valor considerado altíssimo se comparado à nova onda de preços nesta atividade, ou seja, a contabilidade web ou online, que presta os serviços sem mostrar a cara e obriga o cliente a introduzir todas as informações, permitindo praticar preços a partir de R$ 59.

Esta epidemia que pretende proliferar pode parecer benéfica para os empresários (clientes), que poderão ofertar seus produtos também pelo menor preço, pois reduz os gastos. A falta de orientação aos clientes, serviço que os contadores fazem com competência, o modismo os leva ao descrédito. Orientar o cliente a decidir sobre o melhor regime tributário e aplicação correta é o diferencial do contador presencial, sem o qual os clientes podem ter prejuízos enormes.

Outra informação relevante em relação aos clientes é o atraso médio no recebimento dos honorários contábeis que representa 18% do faturamento de um mês.

A medição proposta na pesquisa foi somar os honorários vencidos há mais de 30 dias, com reais possibilidades de recebimento, divididos pelo faturamento de um mês. Trata-se de uma metodologia diferente da aplicada costumeiramente pela indústria e comércio.

A leitura do resultado apurado é que os empresários contábeis têm em média 18% de um faturamento mensal inadimplente e não perdido.

Adotada a metodologia de dividir os recebimentos não pontuais, mas com reais possibilidades de ser recebidos, pelo faturamento anual, chega-se a 1,5%. Destaco que este número não representa a perda ocorrida, mas atrasos com reais possibilidades de recebimento.

A PNEC tem muitas outras informações que serão reveladas nas próximas semanas.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade), autor das obras “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” .

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

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Divida o Conhecimento e Multiplique o Resultado

O isolamento reduz a chance de sucesso de qualquer pessoa. Se não, pelo menos a obriga a esforçar-se mais. A troca de experiências é fabulosa, pois somente o que é dividido pode ser multiplicado.

Nas mais diversas atividades (lazer, espiritual, trabalho etc.), deparamo-nos com certa frequência com pessoas com dificuldades em manter o relacionamento pessoal com terceiros, preferindo atividades independentes. Egoísmo? Na maioria das vezes não creio tratar-se de soberba, mas de falta de treinamento para atividades coletivas.

Este exercício começa muito cedo e talvez fique mais fácil de lembrar dos tempos da escola, quando o professor dava atividade em grupo e aí começava o problema.

Sempre há aqueles que se encostam nos colegas, em nada colaboram para a realização do trabalho e ainda, por vezes, atrapalham, o que claramente piora quando o professor exige a participação de todos na apresentação.

Neste ponto é provável que os “encostados” prejudiquem a nota do grupo, o que será minimizado se alguém for para o sacrifício de orientar quem nem sempre está disposto a aprender.

Não devemos deixar que fatos como o citado acima atrapalhem a vida profissional, pois sabemos que o trabalho coletivo tem maiores possibilidades de sucesso.

Um craque do futebol pode ser fundamental para o time, embora sozinho não consiga o mesmo resultado que o grupo unido. Já tivemos a oportunidade de observar, no Campeonato Brasileiro de Futebol, times considerados inexpressivos em relação aos salários dos jogadores, que venceram o campeonato.

Sindicatos e associações têm a finalidade de reunir pessoas, profissionais ou não, para enfrentar dificuldades e vencê-las com menor esforço.

Jesus poderia ter feito todo o trabalho de evangelização sozinho, mas preferiu chamar ajudantes e compartilhou as atribuições. Pessoas bem treinadas podem conduzir o trabalho por longa data sem que o líder esteja ao lado o tempo todo.

Devemos buscar saber a causa do isolamento de alguém em nosso grupo que não consegue contribuir: se timidez, falta de conhecimento, preguiça, soberba ou até inabilidade no relacionamento humano.

Conhecer o real motivo é o primeiro passo para ajudá-lo a vencer sua dificuldade e tornar-se um membro ativo e produtivo.

No meio contábil a timidez é uma constante, pois a formação recebida não é a de diálogo, mas de concentração em tarefas em sua maioria, individuais.

Superar esta barreira é fundamental, especialmente por aqueles profissionais que são ou desejam atuar como empresários.

A comunicação (ouvir, pensar e responder) é indispensável para manter a equipe unida e produtiva, bem como nos demais relacionamentos, especialmente com os clientes. A boa comunicação torna as pessoas simpáticas e facilita a aproximação.

Todo empresário, inclusive o contábil, ao invés de demonstrar ser completamente autônomo, precisa maximizar o relacionamento com os concorrentes. Concorrentes? Naturalmente, pois os empresários das indústrias metalúrgicas, do comércio varejista, dos hospitais, da atividade rural etc., unem-se para somar forças.

São concorrentes que obviamente não revelam os segredos das empresas, mas compartilham as dificuldades para transformá-las em facilidades. Não há sindicato que agregue empresários incompatíveis, mas afins (normalmente o mesmo ramo de atividade).

Isolamento é uma ferramenta suicida. Pratique a fusão do conhecimento para disseminá-lo. Você e todo o grupo ganharão com isso.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como ganhar dinheiro na prestação de serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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Como Iniciar a Empresa Contábil com Segurança

por Gilmar Duarte

Administrar o desejo e a ansiedade é uma tarefa dura, especialmente para os jovens. É necessário equilíbrio para realizar as coisas certas.

Fazer e apresentar o plano de ação para receber críticas e sugestões pode abrir caminho para muitos benefícios.

Depois da graduação em Ciências Contábeis e da conquista de um pouco de experiência vem o desejo de empreender, ou seja, constituir uma empresa de serviços contábeis.

Alguns “mais corajosos” aventuram-se logo, sem muita reflexão. Outros preferem ouvir para ter mais informações a fim de construir o sonho com solidez.

É comum jovens me escreverem pedindo conselhos. Nesta semana foi a vez de uma jovem do norte do Brasil. Ela diz sentir-se em condições de executar os serviços com qualidade, mas reconhece o medo de não conseguir clientes suficiente para cobrir os custos e desfrutar de salário razoável.

Sinto-me como o pai que não quer desencorajar o filho a se lançar num empreendimento, pois sabe que o sucesso deve acontecer, mas também preocupa-se em aconselhá-lo a analisar com mais cuidado se está preparado o suficiente ou se deve aguardar um pouco mais.

Lembro-me quando eu trabalhava de empregado numa empresa distribuidora de alimentos e, nas horas de folga, gostava de ajudar os amigos na organização de seus negócios.

Com o passar do tempo comecei a cobrar pelo serviço e os poucos clientes indicavam-me outros. As ofertas de serviço não cobriam o salário fixo que recebia, então propus ao patrão a redução da carga horária, o que foi bom para os dois lados, já que a empresa passava por momentos de dificuldades financeiras.

Com o tempo vieram muitos mais clientes, até que senti segurança para pedir o desligamento integral do emprego e dediquei-me exclusivamente à consultoria empresarial.

Esse processo serviu para o meu amadurecimento e garantiu as finanças no período de transição.

Aos que estão iniciando sugiro analisar a viabilidade de uma transição lenta, mas segura. Se for viável para a outra ponta do negócio, tenho certeza de que deve ser bom para você também.

É sabido que mais de 50% das novas empresas encerram suas atividades antes de completar três ou quatro anos, o que é assustador.

Desta estatística ninguém deseja fazer parte, portanto é fundamental apurar cuidadosa e criteriosamente todos os custos que envolvem o negócio.

Mesmo numa empresa prestadora de serviços, na qual normalmente há menor investimento financeiro, é necessário fazer as contas. Nos momentos de crise é que surgem as grandes oportunidades, mas isto não significa jogar-se de cabeça, ou, em outras palavras, deixar de colocar tudo na ponta do lápis.

Empreender é o caminho natural para os que desejam independência na administração do tempo e a conquista do sucesso financeiro, mas quando mal planejado e administrado, a dor de cabeça é certa.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.