Contabilidade

Atenção para Inadimplentes na Contabilidade

Com o aumento da inadimplência, a tendência é que a conta “Duplicatas a Receber” ou “Clientes” tenha registrado valores que serão de difícil cobrança.

O ideal é ter o posicionamento, por escrito, da administração da empresa, relativamente a cada devedor inadimplente, visando adequar o saldo contábil à efetiva realidade.

Também, para fins de planejamento tributário (no lucro real), efetivar os ajustes permitidos, a seguir listados.

Para os contratos inadimplidos a partir da data de publicação da Medida Provisória 656/2014 (08.10.2014), poderão ser registrados como perda os créditos:

I – em relação aos quais tenha havido a declaração de insolvência do devedor, em sentença emanada do Poder Judiciário;

II – sem garantia, de valor:

a) até R$ 15.000,00 (quinze mil reais), por operação, vencidos há mais de seis meses, independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para o seu recebimento;

b) acima de R$ 15.000,00 (quinze mil reais) até R$ 100.000,00 (cem mil reais), por operação, vencidos há mais de um ano, independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para o seu recebimento, mantida a cobrança administrativa; e

c) superior a R$ 100.000,00 (cem mil reais), vencidos há mais de um ano, desde que iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para o seu recebimento;

III – com garantia, vencidos há mais de dois anos, de valor:

a) até R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para o seu recebimento ou o arresto das garantias; e

b) superior a R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), desde que iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para o seu recebimento ou o arresto das garantias; e

IV – contra devedor declarado falido ou pessoa jurídica em concordata ou recuperação judicial, relativamente à parcela que exceder o valor que esta tenha se comprometido a pagar.

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Notícias e Enfoques

IOF MAIS CARO

Alta do IOF faz dobrar o custo sobre as operações de crédito

O governo publicou nesta quarta-feira (21/01/2015) o Decreto 8.392/2015 que aumenta o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide nas operações de crédito para o consumidor.

O crédito fica mais caro a partir de quinta-feira, quando a nova regra entra em vigor.

A alíquota passará de 1,5% para 3% ao ano (o equivalente à alta de 0,0041% para 0,0082% ao dia). Esse valor será cobrado além dos 0,38% que incidem na abertura das operações de crédito nas instituições financeiras.

Desta forma, fica dobrada a tributação sobre as operações que envolvem a tomada de crédito junto às instituições financeiras, os contratos de mútuo realizados entre pessoas físicas e jurídicas e as operações de financiamento para aquisição de imóveis, entre outros. Com essa medida, o governo espera arrecadar mais R$ 7,38 bilhões neste ano.

Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 08.10.2013

COOPERATIVAS

Circular BACEN 3.669/2013 – Estabelece procedimentos para elaboração e remessa do Balancete Combinado do Sistema Cooperativo e elaboração e divulgação do Balanço Combinado do Sistema Cooperativo.

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Debêntures

Bônus de Adimplência Fiscal – CSLL

Terceiro Setor – Regime de Reconhecimento de Receitas e Despesas

DEBATES

Instrução Normativa RFB 1.397: Retrocesso ou Punição?

Novela dos Balanços: Receita Vai Mesmo Tributar o Excesso de Lucros

Concorrência Desleal nos Honorários Contábeis. Adianta Reclamar?

ENFOQUES TRIBUTÁRIOS

DACON – Cancelamento de Multas

Pagar Tributos é uma Obrigação, Economizar é uma Necessidade

EVENTO PROFISSIONAL

Participe do Almoço do Grupo de Profissionais e Empresários em Curitiba – PR – 11/Outubro.

PUBLICAÇÕES ATUALIZÁVEIS

Controladoria

Auditoria de Balanço

Como Fixar Honorários Contábeis

Contabilidade

Análise das Demonstrações Financeiras

As atividades empresariais envolvem recursos financeiros e orientam-se para a obtenção de lucros. Os recursos investidos na empresa pelos proprietários (capital próprio – Patrimônio Líquido) e por terceiros (capital de terceiros – Passivo Exigível) encontram-se aplicados em ativos empregados na produção e/ou comercialização de bens ou na prestação de serviços.

As receitas obtidas com as operações devem ser suficientes para cobrir todos os custos e despesas incorridos e ainda gerar lucros. Paralelamente a esse fluxo econômico de resultados, ocorre uma movimentação de numerário que deve permitir a liquidação dos compromissos assumidos, o pagamento de dividendos e a reinversão da parcela remanescente dos lucros.

Para poder sobreviver e prosperar, uma empresa precisa satisfazer seus clientes. Ela deve, também, produzir e vender produtos e serviços obtendo um lucro. Para poder produzir, ela precisa de muitos ativos – fábrica, equipamentos, escritórios, computadores, tecnologia, etc. A empresa precisa decidir quais ativos comprar e como pagar por eles.

Uma das ferramentas imprescindíveis a tal administração é a análise periódica das demonstrações financeiras. Interessante que tal análise não compreende só a empresa administrada em si, mas também clientes e fornecedores, visando avaliá-los para efeitos de concessão de crédito ou para contratação eficaz, medindo o desempenho econômico e financeiro.

Dentre as análises relevantes, destacam-se o endividamento, liquidez, solvência, rentabilidade, produtividade, rotatividade e outras avaliações setoriais. Este trabalho tende a ser relegado a simples cálculos, mas é necessário que o analista procure, além da simples percepção dos números, uma avaliação mais específica para os objetivos da análise em si.

De nada adianta, por exemplo, considerar um alto nível de rentabilidade, se a liquidez está crítica, ou se as dívidas de curto prazo, apesar de baixas, somadas às dívidas de longo prazo, excedem o valor dos ativos.

Recomenda-se que a análise das demonstrações financeiras seja orientada para seus objetivos, ponderando as variáveis de risco mais críticas ou efetuando análises mais específicas (mesmo que não usuais).

Conheça uma obra específica voltada a análise das demonstrações financeiras, escrita pelo consultor, contabilista e professor Reinaldo Luiz Lunelli:

Guia Prático para Avaliação e Indicadores das Demonstrações Contábeis! Aspectos Práticos e Exemplificadas de Análises Financeiras. Com linguagem acessível, a obra facilita ao usuário a análise de balanços, mostrando as principais técnicas e cuidados necessários a serem tomados no momento da realização das análises. Explicações detalhadas e exemplificadas! Clique aqui para mais informações.

Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 03.07.12

NORMAS BACEN
Resolução BACEN 4.104/2012 – Dispõe sobre os critérios para aplicação de penalidades por infrações às normas que regulam os registros e o censo de capitais estrangeiros no País.
CENSO ANUAL DE CAPITAIS ESTRANGEIROS
Carta Circular BACEN 3.559/2012 – Divulga a realização do Censo Anual de Capitais Estrangeiros no País 2012.
Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 27.03.12

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Vale-Transporte
Reservas de Capital
Plano de Contas – Geral
Contabilidade

Os Dez Erros Capitais que podem levar uma empresa à falência

Falta de conhecimento, problemas com a sociedade e até a contratação de um empréstimo errado podem acabar com o negócio.

(Estadão PME – 31.01.2012)

O cenário econômico em 2012 sugere cautela e cuidado ao pequeno empresário, principalmente se a crise na Europa desembarcar no Brasil. Por isso, é preciso controlar como nunca as finanças do seu empreendimento. E mais do que isso: o empresário precisa ter atenção total aos erros que podem levar qualquer empresa à falência.

Pensando nisso, o Estadão PME consultou o Sebrae de São Paulo para elaborar uma lista de erros triviais e perigosos que podem – isoladamente ou em conjunto – contribuir para o fechamento de um negócio de pequeno porte. Entre esses erros está a remuneração dos sócios, muitas vezes incompatível com a situação financeira da empresa.

Conheça os dez erros que podem levar qualquer empresa à falência:

1º erro: Confusão

Confundir os gastos pessoais com os gastos da empresa, quase sempre levam o negócio para o buraco. Nós contabilistas conhecemos isto através do “Princípio da Entidade”. Lembram!?

2º erro: Plano de Negócios

Começar uma empresa sem um plano de negócios bem estruturado, na opinião de muitos especialistas, pode ser o primeiro passo para o fracasso. Então, comece certo!

3º erro: Investimento Errado

O empresário tem dinheiro, faz o investimento que imagina necessário, mas não leva em conta quais são as reais necessidades operacionais do empreendimento. Use os recursos com sabedoria!

4º erro: Ausência de Controle

O empreendedor não faz o controle de custos e também ignora qual é o volume de compra, de vendas, quais são os níveis do estoque ou a situação das finanças do negócio. Uma empresa sem controles é o mesmo que um barco a deriva.

5º erro: Capital de Giro x Prazo de Venda

É preciso estabelecer o prazo de venda do seu produto levando em consideração o capital de giro da sua empresa. Não basta vender bem e ter um prazo de recebimento que inviabilize novas aquisições.

6º erro: Acumular Dívidas

Ter dívidas é sempre ruim no empreendedorismo. Mas ter dívidas e usar recursos emprestados a uma taxa de juros alta para saldar esses débitos é meio caminho andado para o fracasso.

7º erro: Análise

Vender em prestações é um artifício que deve ser usado pelas empresas. Mas cuidado: é preciso fazer uma análise criteriosa a respeito da situação financeira de quem está comprando. Por isso, solicite comprovante de renda, de residência e outros documentos que o ajudem a ter segurança.

8º erro: Inexperiência

Se você – ou seu sócio – não conhece a área que pretende atuar é melhor protelar o início da empresa até descobrir todas as características daquele mercado. Conhecimento é peça chave para o sucesso!

9º erro: Remuneração

Outro erro que pode levar ao fracasso da sua empresa é a remuneração dos sócios ser incompatível (leia-se maior) com a situação financeira da empresa (leia-se lucra pouco). O ideal é definir um percentual dos lucros para destinação aos sócios.

10º erro: Conhecimento

O empresário que deixa de buscar capacitação constante fica obsoleto e será substituído por seus clientes, mais cedo ou mais tarde. Busque e demonstre sempre seu conhecimento!

Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 27.09.11

AUDITORIA INDEPENDENTE
Deliberação CVM 669/2011 – Altera a Deliberação CVM 549/2008 – Rotatividade dos Auditores Independentes.
NORMAS CONTÁBEIS – CVM
Parecer de Orientação CVM 37/2011 – Recepção dos conceitos de representação verdadeira e apropriada e da primazia da essência sobre a forma no ordenamento contábil brasileiro.
Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 28.06.11

CONTABILIDADE PÚBLICA
Portaria STN 406/2011 – Aprova as Partes II – Procedimentos Contábeis Patrimoniais, III – Procedimentos Contábeis Específicos, IV – Plano de Contas Aplicado ao Setor Público, V – Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público, VI – Perguntas e Respostas e VII – Exercício Prático, da 4ª edição do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP).
Portaria STN 407/2011 – Aprova a 4ª edição do Manual de Demonstrativos Fiscais (MDF).
DECLARAÇÃO DE CAPITAIS BRASILEIROS NO EXTERIOR (DCBE)
Circular Bacen 3.543/2011 – Estabelece período de entrega da declaração de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE) referente às datas-base de 31 de março de 2011, de 30 de junho de 2011 e de 30 de setembro de 2011.
Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 22.03.2011

GUIA CONTÁBIL ON LINE
IRPJ e CSLL – Pagamento Por Estimativa Mensal
Benfeitorias e Construções em Propriedades de Terceiros
Aquisição de Bens para o Ativo Imobilizado de Pequeno Valor
REDES SOCIAIS
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